Sesc Tocantins cumpre Portaria Santa Maria há 05 anos

24/01/2019 16h40 | Atualizado em: 24/01/2019 16h43

Preocupado sempre em atender bem os Trabalhadores do Comércio de Bens, Serviços e Turismo e seus dependentes, bem como o público em geral, o Sesc Tocantins adotou ainda em 2014, as medidas de segurança impostas pela Portaria Santa Maria, em suas áreas de lazer, cultura e entretenimento. A “Lei Santa Maria”, como ficou conhecida a Portaria do Ministério da Justiça, de nº 3.083/2013, foi adotada depois da tragédia ocorrida no dia 27 de janeiro de 2013 na Boate Kiss, em Santa Maria (RS), quando morreram 242 pessoas e outras 636 ficaram feridas.

Denominada Portaria Santa Maria, em referência ao incêndio na cidade gaúcha, ela tem como objetivo "disciplinar o direito do consumidor à informação sobre a segurança dos estabelecimentos de lazer, cultura e entretenimento", e trata das informações que deverão ser afixadas nos espaços onde os eventos são realizados, nos bilhetes e ingressos, além dos materiais de divulgação dos mesmos.

Para o Supervisor do Centro de Atividades do Sesc Palmas, que fica na 502 Norte, Henrique Miola, essa adoção além de otimizar as ações de lazer e cultura na unidade, propiciou uma melhoria no quadro de serviços como um todo. “A questão da segurança pública é sempre um fator fundamental na qualidade dos serviços que oferecemos, seja no teatro, no cinema ou na área de lazer do clube da Unidade. Então, para nós, além de sabermos que estamos agindo de forma correta, também passamos a trabalhar com tranquilidade, cientes de que a segurança do cliente Sesc está sempre em primeiro lugar”, destacou Miola.

Já o Presidente da Comissão Interna de Prevenção de Acidentes no Trabalho (Cipa), Gilvan Borges, que atua na função de Supervisor de Operações no Centro de Atividades, a Portaria Santa Maria veio garantir que a segurança das pessoas que frequentam as Unidades do Sesc esteja sempre em primeiro lugar. “Para nós, cipeiros, é uma alegria ver que o Sesc Tocantins comprou a ideia logo de início e implantou as placas de sinalização nos locais devidos”, reforçou Borges.

O Caso da Boate Kiss
No dia 27 de janeiro de 2013, a Boate Kiss, em Santa Maria (RS), realizava uma festa universitária. Num certo momento, foi utilizado o fogo de artifício conhecido como chuva de prata que, ao atingir as paredes do teto pintadas por um produto inflamável e tóxico, iniciou uma rápida queima no ambiente. Segundo testemunhas, a boate não contava com sinalização interna, não tinha saída de emergência e a luz se acabou assim que o fogo começou. O local tinha capacidade para 700 pessoas, mas naquela noite recebia 1.061. A tragédia matou 242 pessoas e deixou outras 636 feridas.

Serviço
Institucional – Sesc no Tocantins

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